sábado, 20 de março de 2010

Vila Velha pega Minas no domingo pelo returno do NBB

Os times do Vila Velha Basquetebol Cetaf/Garoto/UVV e do Pitágoras/Minas, os adversários da partida do próximo domingo (21), às 11h, no Ginásio João Goulart, em Vila Velha, vivem momentos opostos dentro do Novo Basquete Brasil (NBB).

Faltando quatro rodadas para terminar o segundo turno, o primeiro batalha para assegurar sua vaga nas oitavas-de-final, momento que do quinto ao 12º colocados disputarão quatro vagas para os playoffs de quartas-de-final. Já o segundo segue tranqüilo, com sua vaga praticamente assegurada entre os primeiros. As equipes que se classificarem até a quarta posição pularão a primeira eliminatória e voltam às quadras só para as quartas.

Na décima posição, o amarelo e preto capixaba está empatado com Paulistano/Amil e Palmeiras/Lupo/Araraquara em número de vitórias, oito em 22 duelos, porém ele passa a frente por conta do primeiro critério de desempate que é a confronto direta. Por isso, além de fazer o melhor para tentar o resultado positivo, o Vila precisa torcer para que seus adversários diretos acumulem mais derrotas.

O técnico Márcio Azevedo explica que a classificação ainda está nas mãos do grupo, mas que vencer o Pitógoras/Minas, mesmo tendo o fator casa a seu favor, é uma missão muito difícil. “Eles jogam muito direitinho. Parece que conhecem bem nossas jogadas e visivelmente é uma das equipes que mais praticam a obediência tática”, analisou.

Para Márcio, uma defesa equilibrada será a arma de maior impacto para tentar parar os jogadores talentosos, como o armador Sucatzky. “A atuação dos americanos Jeffries e Smith merecem destaque. Eles trouxeram mais força ao grupo deles”, pontuou.

Ele ainda expõe que ter o mesmo base de jogadores há mais de duas temporadas assume um peso importante nesse momento de afunilamento do campeonato. “É um elenco que já passou por muita coisa junto e, essa temporada, a maturidade coletiva faz com que eles sejam fortes candidatos ao título”, afirma.


O ala Mc Neil, responsável por momentos marcantes de superação dentro do time do Espírito Santo, acha que o intervalo entre uma disputa e outra nesse fim de returno poderia ser um pouco maior. Assim, o trabalho de recuperação seria muito mais eficaz.


“Nós nos entregamos muito. É sempre um desgaste muito grande para nos mantermos vivos e em busca da vitória até o segundo final. Tivemos um jogo muito cansativo na sexta-feira (contra Universo/BRB/Financeira Brasília em que perderam por 85 a 92) e teremos outro no domingo de manhã. Depois de tantas rodadas, o desgaste começa a ser visível”, ponderou.

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